História

Há mais de meio século, Luiz Simões Lopes lançou a ideia da criação de uma entidade dedicada ao preparo de pessoas qualificadas para as administrações pública e privada. Logo se expandiu da esfera restrita da administração ao mais amplo campo das Ciências Sociais; assim, não se limitou ao ensino e estendeu-se também à pesquisa e à informação.

Foi um período épico de pioneirismo, quando a FGV inaugurou no Brasil a graduação e a pós-graduação stricto sensu em Administração Pública e Privada, bem como a pós-graduação em Economia, Psicologia, Ciências Contábeis e Educação; além disso, ela estabeleceu as bases para uma economia bem fundamentada, iniciando a elaboração do balanço de pagamento das contas nacionais e dos índices econômicos.

A Fundação Getúlio Vargas é composta por escolas e importantes centros de pesquisa e documentação, localizados no Rio de Janeiro, sede da FGV, em São Paulo e em Brasília. Como centro de excelência, a FGV preocupa-se, permanentemente, com a inovação e direciona suas atividades para áreas estratégicas da vida nacional como a Administração Pública e de Empresas, Economia, Direito, Ciências Sociais e História Contemporânea. Visando a imprimir mais dinamismo ao desenvolvimento e à distribuição de seus serviços educacionais, presenciais e a distância, a FGV criou o Instituto de Desenvolvimento Educacional (IDE), com a finalidade de prover canais de distribuição únicos para os cursos de pós-graduação lato sensu (especialização, aperfeiçoamento, extensão) e de desenvolvimento de executivos, originados nas unidades da FGV.


Hoje

Nessa jornada foram treinados milhares de dirigentes públicos e privados e grande número de artigos acadêmicos foi publicado no país, sem falar dos lançamentos no exterior. É possível afirmar que nenhuma outra instituição contribuiu tanto para o aumento do valor adicionado ao bem público.

Hoje a Fundação Getúlio Vargas enfrenta novos desafios: Os diversos tipos de ensino que o progresso tecnológico oferece, cujas vantagens devem ser aproveitadas:

  • A necessidade de uma produtividade bem maior no país, para concorrer no mercado globalizado, atuando internacionalmente, levando ao exterior o prestígio de sua marca;
  • A ampliação territorial, no país, das atividades de consultoria e educação continuada;
  • A expansão das fontes de receita para o seu equilíbrio financeiro e, sobretudo, para o aprimoramento acadêmico cada vez maior de suas escolas, seus institutos e centros.

Com esses pontos importantes norteando a estratégia da instituição, a FGV continuará a obedecer um de seus propósitos iniciais, que é o de ?servir cada vez mais e melhor ao Brasil?.